Consta no desenho de uma metamorfose de pessoa em objeto, num fundo diferenciado.
Neste caso, trata-se de uma mulher que possui metade do corpo sendo um vaso solitário - daqueles que vai apenas uma flor - e, quanto ao fundo, a figura se encontra num deserto, deixando a cena ainda mais solitária e especialmente onírica, isto é, como se fosse um sonho.
A placidez da mulher e o leve vento batendo em seus cabelos transmitem, ainda, uma estranha calma na cena.


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